Tá na moda

Olá,

Hoje vamos falar de moda no sentido mais amplo, voltaremos a estudar a relação entre moda, opinião pública e política, mas especificamente da moda enquanto arte politizada.

Vocês já ouviram falar sobre Zuzu Angel? Certamente, ao menos uma vez…

Zuleika Angel Jones foi uma estilista brasileira conhecida internacionalmente, que teve o filho assassinado pela ditadura militar, em 1971. Zuzu morreu em 1976 em um acidente de carro “obscuro”.

 

Como vimos no post anterior, opinião pública é a “síntese” daquilo que os diversos setores da sociedade tem como suas orientações de certo ou errado, por exemplo. Jorge Almeida em um artigo para a ALAIC – Asociación Latinoamericana de Investigadores de la Comunicación em 1998, afirma que tanto a opinião pública quanto a esfera pública burguesa surgiram junto à troca de informações e mercadorias, com o capitalismo financeiro e mercantil. As gerações posteriores ao amadurecimento da nova classe social e de sua inserção na vida política foram moldadas por valores morais, éticos e até religiosos burgueses (por exemplo, as Revoluções Francesa e Industrial, o Protestantismo, entre outros).

Moda é tendência, atualidade, invenção. Fazer moda é, acima de tudo, expressar sua opinião.

Zuzu Angel se posicionava a respeito do Regime Militar através das roupas que produzia, fazendo-as de instrumento político, utilizando desfiles internacionais para denunciar o desaparecimento de seu filho – tal qual o famoso desfile da embaixada brasileira nos EUA, em 1975. A esfera pública (ou seja, a dimensão na qual os atores hegemônicos discutiam os destinos do país) não estava a seu favor, mas a estilista contava com o consentimento da opinião pública geral, principalmente da classe artística em seus atos de protesto.

Um exemplo recente de convergência da opinião pública em relação a um fato foi o episódio em que o jogador Daniel Alves comeu uma banana que foi jogada por um torcedor do Barcelona no gramado, em plena partida entre Barcelona e VillaReal. O caso ganhou repercussão no mundo inteiro e a moda nas redes sociais era divulgar a hashtag #somostodosmacacos.

Outra campanha que virou moda nas redes sociais foi o “Não mereço ser estuprada” da jornalista Nana Queiroz. Ela iniciou o movimento após divulgação de uma pesquisa do IPEA na qual 65% dos entrevistados afirmavam que mulheres com roupas curtas mereciam ser atacadas.

Celebridades como Valesca Popuzuda também aderiram ao movimento. Fonte: 7 minutos.

Celebridades como Valesca Popuzuda também aderiram ao movimento. Fonte: 7 minutos.

Influências Públicas Midiáticas

E aí, tudo bem?

O tema do COM104 da semana é bem interessante para nós cidadãos, internautas e comunicadores: Internet e Política!

Dentre os variados assuntos tratados, abordaremos aqui a questão da esfera e opinião pública, seu vínculo com as mídias massivas e a Moda.

Conceituando, esfera pública é a dimensão na qual os assuntos públicos são discutidos e que culmina na formação da opinião pública (opinião geral dos cidadãos em relação a qualquer tema ou questão). A opinião pública muitas vezes é revelada através de iniciativas privadas ou por meios de comunicação. Em várias ocasiões os órgãos que expressam a opinião pública se transformaram em órgãos que exercem manipulação através de propaganda, de governos ou empresas. (Site Significados). As redes sociais podem ser consideradas como esferas públicas (já que podemos opinar e falar sobre qualquer assunto de nosso interesse), mas ainda é um lugar restrito, já que muitos ainda não possuem pleno acesso à internet.

DiscussãoFonte: Revista ContemporARTES

 

O site DHnet – Direitos Humanos diz que a internet é um canal para informações que, historicamente, não figura nos meios de comunicação e massa. Traz, ainda, uma oportunidade para que as pessoas possam compartilhar impressões e dados de qualidades diferentes sobre os grandes eventos do mundo, os quais não são contemplados pelo padrão de notícia dos veículos tradicionais. O site ainda fala que na internet, “observa-se, ainda, uma transposição para a rede da informalidade das conversas e do cotidiano, no surgimento e desenvolvimento de comunidades virtuais. Pode-se dizer que a internet é uma organização e materialização comunicativa da esfera pública, como teorizada por exemplo por Jürgen Habermas.”.

A internet e, principalmente, as mídias massivas (jornais, televisão, rádio, cinema) são as principais fontes de informações para nós e acabam influenciando muito na opinião pública. Ideias, pensamentos, bordões, gostos, hábitos e até jeitos pessoais como forma de falar de artistas, jornalistas são absorvidos e colocados em prática por algumas pessoas. As novelas são fortes exemplos destas influências, principalmente quando o assunto é o nosso: Moda! 

 

Family Watching TV Together

Fonte: Cultura Mix

 

opinião publica

Fonte: Blog Zelmar Guiotto

 

O estilo de atrizes e atores são bastante copiados por grande parte da sociedade e uma possível explicação para isso pode ser pelo fato de se achar que o que está nas telinhas está na moda. A ideia de estar atualizado, de ser moderno e seguir tendências são questões muito presentes na vida de uma sociedade capitalista, estando o capitalismo fortemente presente nos meios massivos de comunicação (somos bombardeados diariamente com propaganda e publicidade) e, consequentemente, também influenciando a opinião pública.

A novela O Clone (2001) é um bom exemplo disto tudo! Ela influenciou em nosso país opiniões não só no âmbito da moda árabe, a exemplo de bolsas, véus, jóias, lençóis e vestidos, como também influenciou em questões sociais com o tema da dependência química vivida por alguns personagens e a importância de se tratar deste problema! Legal né?

 

slave

Fonte: Blog My Fashion World

 

Agora então uma reflexão para você: Já percebeu se a mídia, a opinião pública e tudo o que isso envolve já te influenciaram alguma vez? Ainda te influenciam? Em que exatamente? Fica a dica hein? 😉

 

Até a próxima!

Interatividade, você sabe o que é isso afinal?

Olá, pessoal!!

Tudo bem? No tema dessa semana foi debatido sobre a Arte Tecnológica, entre vários pontos importantes destacados em aula, resolvemos falar sobre a interatividade que ela nos proporcionam. Mais afinal, você sabe o que é interatividade?

Fonte: Mazinhaesuasdescobertas. Apesar da figura ser bastante sugestiva, interatividade não se manifesta apenas em conexões online.

Fonte: Mazinhaesuasdescobertas. Apesar da figura ser bastante sugestiva, interatividade não está presente apenas em conexões online.

Segundo o Dicionário Informal, Interatividade é a ação de influência mútua entre pessoas e/ou grupo de pessoas (onde cada um pode torna-se estímulo um do outro) a partir da relação de cooperação e colaboração e/ou um determinado objeto de estudo (que se apresenta como estímulo) que pode ocorrer de maneira direta ou indireta. Pensando nessa perspectiva, relacionamos com o Designer de Moda, um profissional completamente interativo de forma direta ou indireta da criação do projeto de moda. Para quem não sabe o Designer de Moda atua de maneira crítica, criativa e inovadora no projeto e desenvolvimento de produtos do vestuário que atendam às demandas de mercado e tenham como diferencial a adoção do design no desenvolvimento do projeto.

E olha só que exemplo bacana da interação entre moda, arte e tecnologia: camisetas interativas.

Tentando definir melhor o que realmente é o design de moda, partimos da ideia de que a moda é a arte de criar e comercializar peças de vestuário e acessórios seguindo estilos e tendências. O profissional de moda desenha roupas e produtos, como joias, cintos e calçados, e define estilos e modelagens. Analisa tendências de comportamento para desenvolver coleções adaptadas ao gosto do público-alvo e promove a comercialização dos artigos. Responsabiliza-se pela aquisição de matérias-primas e desenha estampas nas indústrias têxteis ou modelos nas confecções. Como gestor, pode pesquisar o mercado consumidor, estabelecer estratégias de marketing para campanhas de lançamento de produtos e cuidar da promoção de vendas. Está habilitado também a trabalhar no departamento de compras de grandes magazines. Pode, ainda, prestar assessoria de moda para pessoas ou para grandes lojas. Neste caso, o profissional define a disposição dos produtos nas vitrines e escolhe as coleções a ser compradas.

Existe algo mais interativo que depende das artes tecnológicas do que o Designer de Moda?

Diz aí!

A moda inspirada na Arte Tecnológica

Nicolas Schöffer é o pai da arte tecnológica, a arte cibernética. Seu trabalho é considerado um divisor de águas na história da arte por criar esculturas e obras-robôs que interagiam diretamente com pessoas e ambientes. “Seu trabalho sempre recorreu ao uso das tecnologias de ponta que culminaram em obras inéditas, tornando-o pioneiro na arte do espaço, da luz e do tempo, da arte cibernética interativa e da videoarte”, explica Eléonore Schöffer, curadora da mostra que aconteceu de 3 de agosto e 30 de setembro de 2012 no Museu de Imagem e Som.

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Fonte

A moda se inspira em arte tecnológica há muito tempo, pois contribui com o aprimoramento da parte técnica dos cortes e tecidos. Os cortes, feitos a laser há um bom tempinho, desenham hoje verdadeiros bordados nos tecidos mais sofisticados. Cada vez mais incríveis, os tecidos não amassam, brilham, resistem à água e à muitas lavagens e tem um toque acetinado ou plastificado.

  Gareth Pugh

O estilista britânico começou sua carreira aos 14 anos criando figurinos para o Teatro Nacional Francês. Daí vem a influência do seu trabalho que se destaca pela vertente futurista e pela teatralidade. Pugh teve o talento reconhecido com o prêmio de Melhor Novo Designer no British Fashion Council. Celebridades como Kylie Minogue, Beyoncé e Lady Gaga usam suas criações. Atualmente, vive e trabalha em Paris.

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Fonte

Arte tecnológica, tecidos modernos, teatro e uma pitada de bom gosto, são os ingredientes para criar os produtos desse artista da área que mais gostamos: moda 😉

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Fonte

E esse é um modelito confeccionado pelo Gareth, exclusivamente para a Mother Monster Lady Gaga.

 

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Fonte

E aproveitando o embalo do final de semana, vai um link pra esquentar pra balada inspirado na cliente do artista.  Have a nice weekend!

 

 

Coolhunting: caçando tendências

Segundo Carol Althaller, para ser uma boa Cool Hunting, precisa estar atento a tudo e a todos. “Diria que é preciso curiosidade, empatia e uma boa dose de intuição”, diz em uma entrevista do site da FARM. O que fazem afinal esses observadores das ruas? Tentam descobrir o que vai virar febre na moda analisando a sociedade atual e dão seus palpites em seus blogs. Alguns são contratados por lojas que usam suas pesquisas para lançar um novo produto ou coleção inteira!

Sua missão? Encontrar aquilo que é original e forte o suficiente para despertar a atenção das pessoas no futuro.

Imagem

(fonte)

Sabina Deweik disse em uma entrevista para INFO que o Cool Hunting é como se radiografasse a alma da cidade. A diferença entre uma pesquisa de mercado tradicional? “Você faz uma pesquisa da sociedade e não do mercado apenas. Os quatro “Ps” do marketing clássico (produto, preço, lugar e promoção, em inglês) estão se transformando nos quatro “Ps” do marketing relacional pessoas (people), lugares (places), planos culturais (plans) e projetos (projects)”, explica Sabrina.

Os caçadores, alem de frequentar eventos de moda, feiras e lojas, precisam estar sempre online. Usam muito o Twitter para ficar por dentro das ultimas novidades, lançamentos e acontecimentos em tempo real. Eles precisam saber o que as pessoas estão falando, qual é a opinião delas a respeito de tudo que pode virar moda. Alem disso, sempre andam com uma camera, um bloquinho de notas ou um smartphone que possa exercer as duas funções. Alem disso,  aplicativos como o Evernote para coletar as informações a serem analisadas! “A internet é uma ferramenta essencial nas pesquisas, porém não pode ser a única, pois as ruas sempre acabam revelando muito mais detalhes que ainda não foram desvendados”, diz Marina nessa entrevista.

Da rua, para as lojas! Não mais o contrário. É o paradoxo na moda nos dias de hoje. Em tempos em que a vida virtual não é mais distante da real, os Cool Hunting são grande prova disso. Os seus posts com hashtag #lookdodia são grande fonte de pesquisa para eles 😉

A produtora cultural Feijão de Corda, de Salvador, postou essa conversa com Carol do começo do post falando mais sobre a profissão. Dá uma olhada!

 

Confiram mais sobre o Cool Hunting em nosso post anterior. Clique aqui

 

Sociabilidade, Tecnologia e Moda

Socializando em sala, o assunto da aula COM104 desta semana é justamente tecnologia e sociabilidade.

Mas o que é sociabilidade?

O Dicionário Online de Português explica que o significado de sociabilidade é a particularidade ou atributo do que é sociável; tendência para viver em sociedade, em comunidade. Modos, comportamentos, conduta de quem vive em sociedade; civilidade.

A sociabilidade pode ser vista como a capacidade do ser humano de viver em sociedade, viver em contato com outras pessoas, integrar certo grupo, seja ele familiar, ou de amigos, acabando por aderir algumas características ao seu modo de viver.



Man takes a look at himself in the mirror.

 Fonte: Blog Seminarista Edson Lobo

Na internet não é diferente. A sociabilidade (que também podemos chamar de capital identitário) em rede é fruto da necessidade e capacidade de socialização do ser humano, dando início às redes sociais, sites de relacionamento em geral, no qual as pessoas interagem sem ao mesmo estarem perto. Os jovens são grandes usuários da rede e, para se ter uma ideia de como esta geração tem usado as novas tecnologias digitais, o Portal de Informação Juvenil apresenta alguns dados interessantes:
Blogs (diário online) – O Brasil é o quinto país no mundo de leitores de blogs. O número chega a quase 9 milhões de leitores de acordo com dados do Ibope/NetRatings. A audiência de jovens chega a ser até mais de 50%.

Torpedo, SMS (short message service) – Atualmente é um dos serviços que a juventude mais utiliza para se comunicar. Segundo pesquisas da Nielsen 79,9% dos jovens (15-24 anos) mandam mensagens de texto pelo celular. (Fonte IHU On-line).

 

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Fonte: Gshow Mais Você

E por falar em celular, este é um ótimo exemplo de como a moda, a tecnologia e os jovens se conectam, literalmente. O mercado cada vez mais procura inovar e as tendências são consumidas pela ideia de ter o “novo”. Desta forma, novos modelos são criados ou recriados, modificando uma ou duas peças e isto vira motivo de desejo pelos consumidores. Os jovens buscam muito isso, muitas vezes influenciados pelo seu ciclo social e de amizade.  De acordo com o blog da Revista Eu, a luta agora é estar atualizado para fazer parte do grupo. De olho nesta fatia do mercado, o comércio já enxergou a mina de ouro: adolescentes são compradores vorazes e já existem produtos que satisfazem os seus desejos. E os pais (na maioria das vezes) são responsáveis por arcar com as despesas, sejam com boas mesadas ou, em alguns casos, oferecendo ao filho o direito de possuir um cartão de crédito próprio.

O consumo acontece das mais variadas formas, mas o queridinho “teen” é disparado o celular. Segundo pesquisa da CEA, 92% dos entrevistados sentem-se à vontade com tecnologia, e 77% dizem que ela é a forma preferencial para socializar-se com os amigos. Numa enquete da revista Seventeen (voltada ao público feminino), o celular é o principal objeto de desejo, com 58% dos votos. Adolescentes não desistem do celular por nada. Ele ganha de roupas e acessórios da moda por um ponto percentual. (blog da Revista Eu).

 

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 Fonte: Profano Feminino

Além dos aparatos tecnológicos, há também a moda e a tendência é aquela ditada pelos colegas do grupo ou ídolo preferido. Somos influenciados pelo outro. Podemos dizer que nos comportamos pelo outro. Ter um iPhone 5 e querer o 5s porque é novidade e/ou porque um amigo tem é um exemplo disso. A moda também é um comportamento social. Assim, é possível concluirmos que ter o novo e estar atualizado tecnologicamente e socialmente são características ligadas aos jovens, à sociedade, à tecnologia e, claro, à moda.

A rede está na moda

Ah, o provador… muitas mulheres desenvolvem um relacionamento sério com essa entidade na hora das compras. Dá trabalho experimentar peça por peça, porém que outra maneira há de evitar a troca daquele vestido lindo que você não quis provar porque jurava que era o seu número?

Agora, imagine experimentar o caimento de várias roupas em um avatar 3D idêntico a você sem precisar vestir uma por uma ou simplesmente brincar de experimentar algumas peças bacanas em uma foto sua…softwares desenvolvidos recentemente tem proporcionado essa nova ideia de compra a alguns consumidores de países como a Rússia e mesmo o Brasil!

O Espelho Virtual é um programa disponível no IG em que é possível provar uma coleção inteira numa foto tirada na webcam, salvar as combinações e compartilhar com os amigos do Facebook.

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Fonte: Cia Fashion

Outra alternativa é a chamada realidade aumentada utilizada em provadores de lojas físicas, mas também na versão on-line. Neste caso, é uma mistura de imagens através das quais você consegue provar a roupa virtual em seu corpo projetado no espelho.

A TopShop, na Rússia, proporcionou a experiência do "espelho mágico" à clientes de uma loja física com muito sucesso.

A TopShop, na Rússia, proporcionou a experiência do “espelho mágico” à clientes de uma loja física com muito sucesso.

Aqui no Brasil a Penalty inaugurou uma loja em Campinas (SP) com provador virtual em 2011. É possível escolher entre as mais de 9.000 combinações disponíveis no mostruário. O software foi desenvolvido pela Blumer.

Aqui no Brasil a Penalty inaugurou uma loja em Campinas (SP) com provador virtual em 2011. É possível escolher entre as mais de 9.000 combinações disponíveis no mostruário. O software foi desenvolvido pela Blumer.

Em 2011, a Intel mostrou o protótipo da tecnologia Magic Mirror (Espelho Mágico) capaz de reproduzir a imagem tridimensional de qualquer pessoa que esteja em frente a uma tela de alta tecnologia com movimentos e tudo. Daí você pode provar o que quiser, analisar o caimento e tal.

Os dados acima foram retirados desta notícia do Senac São Paulo.

E já que estamos falando de guarda-roupa, vamos encerrar o post de hoje com algumas dicas para montagem de um closet barato e simples para deixar suas roupas e acessórios mais organizados e arejados.

Até mais pessoas!