Só por hoje

Hello, pessoal!

Como anuciamos no último post, a disciplina COM104 está chegando ao fim em 2014.1, então que tal fazer uma retrospectiva dos assuntos abordados no blog?! Vai ser legal. Resolvemos não apontar post por post, pois ficaria chato e mecânico, então fizemos um texto, digamos, de fechamento. Antes, porém, vamos mostrar uma reportagem do Fashion Rio 2012 (é meio antigo, mas é interessante):

 

Moda é coisa de gente moderma, falamos isso inúmeras vezes nas postagens. Moda tem a ver com novidade, e essa qualidade dos tempos só apareceu por aí a partir dos séculos XV, XVI. Se considerarmos apenas a questão do vestuário (e, que fique bem claro, a moda está relacionada com o estilo de vida em geral) talento, criatividade e um toque de elegância são coisas essenciais para se estar no meio da moda.

O professor André Lemos diz que não é possível pensar comunicação sem tecnologia: há technè (o artefato faz o homem à medida que ele os manuseia) por trás de um simples diálogo entre duas pessoas. Moda e comunicação são dois elementos indissociáveis também, pois você comunica seu estilo através das roupas que veste, mas também da música predileta, dos lugares que frequenta, do modo de falar, enfim, da tribo que participa. Para estar na moda é preciso ser cool e ser cool não é somente ir na onda, é estar atento aos sinais, observar. Descobrimos logo no começo da disciplina que o termo inglês serendipty, algo como ir de encontro ao acaso, é fundamental para o profissional de moda, por exemplo. As coisas estão aí para serem descobertas, mas é preciso saber observar. Desde o estilista ao coolhunting, aqueles envolvidos no mitiiê da moda precisam estar, a todo o momento, abertos à inspiração.

Contudo, não vamos esquecer que a indústria poderosa movimenta as estações e muito dinheiro em um eterno ciclo de  retroalimentação. O que é “in” hoje amanhã já não é mais e daqui a dois anos ou 20 pode voltar a ser. A obsolescência não é um movimento natural entre as coleções: é ela quem faz a roda do consumo girar. A moda está para a mídia e a mídia está para a moda: este é outro elemento importante na engrenagem. A moda está na mídia – não é por acaso que tem tanta blogueira fazendo comercial para essas marcas famosas de maquiagem, vestuário, etc.

A moda está na rede, do punk ao cyberpunk, atualização contrapondo-se à virtualização. A rede faz e se desfaz rapidamente assim como a moda, ambas só fazem sentido quando os pontos se ligam e se intercruzam no espaço. Moda para vestir, para falar e denunciar, para articular e movimentar, sempre para aglutinar os dispersos na multidão. Não importa seu tamanho, não importa em que time joga, se seu blog está na rede ou sua manifestação na rua, o importante é dar o recado. Enfim, a moda é híbrida, democrática ela nunca vai ser isso ou aquilo, sempre em constante evolução.

E por aqui vamos ficar, só por hoje.

O maior espetáculo da terra!

Oi gente! Que pena, esta é a última semana de posts da nossa matéria COM104 e o semestre já está acabando! Mas não devemos nos preocupar, este blog terá continuidade e ainda vamos tratar sobre muitos outros temas ligados à moda, e claro, à comunicação e tecnologia! Para “fecharmos” com chave de ouro este semestre tão bacana, já trazemos um vídeo babado para vocês!

 

 

O tema da semana é Comunicação Organizacional, e, vinculando com a nossa vertente (Moda!), nada melhor do que falarmos sobre a Sociedade do Espetáculo. Segundo Gui Debord, “o espetáculo não é um conjunto de imagens, mas uma relação social entre pessoas mediadas por imagens”. O teórico francês afirmava que nas sociedades onde reinam as modernas formas de produção (capitalismo), a representação é a causa e o efeito desejado nas interações sociais. É como se o espetáculo suprisse a necessidade do homem de preencher a vida cotidiana com signos fabricados pelos meios de comunicação de massa.

O “fetichismo da mercadoria”, a própria transformação do corpo em objeto de consumo, “o fabuloso mundo das celebridades”, enfim, tudo é transformado em grande show.

Complementando, no artigo “A imagem da moda muito além da sociedade do espetáculo” de Jociele Lampert, ela diz que “o sistema estético da moda torna-se alvo de apresentações complexas, pois personificam significados que emergem por meio de interpretações com relação do objeto que é representado e sua representação na sociedade – a imagem da moda produz manobras que conduzem a padrões de beleza idealizados e estereotipados. Por meio do inter- relacionamento da imagem da moda com as artes visuais, ou seja, entre a cultura de massa e a arte, novos significados poderão surgir.”

Na coleção Outono Inverno 2014 da semana de moda de Paris, a Dior arrasou com uma decoração de nada menos que 150 mil orquídeas revestindo do chão ao teto os ambientes do Museu Rodin de Paris. Há 2 anos atrás, a marca lançou uma coleção de Outono Inverno com a mesma ideia de flores, mas de várias espécies (rosas, orquídeas, peônias e dálias). Veja abaixo algumas fotos e um vídeo dos bastidores de 2012.  Saiba mais.

Fonte: Blog Andrea Rudge

Fonte: Blog Andrea Rudge

Fonte: Blog Andrea Rudge.

Fonte: Blog Andrea Rudge.

 

Outra marca que bombou na temporada de desfiles de outono inverno 2014 foi a Dolce & Gabbana. Bem, eles escolheram a ilha paradisíaca de Capri, na Itália para fazer a performance. As modelos e todos os convidados chegavam de barco ao restaurante mais famoso do lugar, o La Fontelina.

O Cenário. Fonte: Blog Moda It

O Cenário. Fonte: Blog Moda It

A modelos. Fonte: Moda It

A modelos. Fonte: Moda It

 

Bom, e o que há por trás de um desfile? Bem, há muita coisa em jogo: dinheiro, fama, publicidade, autonomia criativa, valores… (estes últimos mais subjetivos). O objetivo do evento é, também, expressar a pulsão criativa do estilista. Uma das referências no campo da espetacularização da moda é a curadora Ginger Gregg Duggn no livro ‘O Maior Espetáculo da Terra: os desfiles de Moda contemporâneos e sua relação com a arte performática’ (Fashion Theory, ed. Brasileira, vol. 1, número 2, 2002, pp. 3-30), ela fala sobre como a trilha sonora, as cores, as luzes, o espaço no qual a passarela é montada e a performance das modelos fazem com que, atualmente, os desfiles se assemelhem a peças de teatro.

site da pós-graduação em moda da Universidade Anhembi-Morumbi traz o exemplo da artista “Vanessa Beecroft, que já realizou performances com mulheres nuas ou vestindo apenas sapatos de salto alto e lingerie Gucci, como aconteceu no museu Guggenheim de Nova York em 1998 (Duggan 2002: 4). Outro exemplo é o trabalho polêmico do artista Matthew Barney, criador do ciclo Creamaster, apresentado em 5 partes e em diferentes cidades do mundo. No ciclo de número 3, Barney apresentou uma performance no museu Guggenheim de Nova York que foi filmada e é exibida em pequenas salas de exibição de museus pelo mundo afora. Esta seqüência foi apresentada, por exemplo, na Pinacoteca do estado de São Paulo no início de 2004. Em Cremaster 3, o artista usa aspectos da Moda como uso de roupas tradicionais, próteses transparentes e fantasias de coelhinhas (semelhantes às da Playboy) para tornar ainda mais evidente a transformação corporal como um componente marcante da sociedade de consumo.”

Segundo Cristiane Gruber e Sandra Rech, o desfile, entre todos os outros elementos da moda, tem a ideia de transmitir ao público consumidor o conceito da marca e do estilista. Apresentando as peças de forma lúdica, o desfile de moda busca despertar no expectador a identificação com “a filosofia” do criador e acima de tudo vender, porque a publicidade está em todos os aspectos: da roupa e maquiagem, aos convidados da primeira fila. Ainda de acordo com o artigo de Jociele Lampert, “a imagem de uma marca, por exemplo, constitui um cenário conceitual que atrai pelo desejo e pelas histórias que a elas são atribuídas.”.

A cada lançamento, os desfiles de moda precisam inovar para mostrar criatividade e manter a atenção do público àquela marca. Por exemplo, o estilista inglês Alexander McQueen apresentou, em 1999, a coleção de primavera em um armazém de transporte. Entre as modelos, uma desfilou com uma perna mecânica, devido a uma amputação que tinha sofrido.

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Fonte: Revista Glamour 

Esperamos que tenham gostado da nossa jornada! Continuaremos com muito mais assuntos espetaculares para vocês!

Até a próxima!

Quer dançar?

No último post falamos sobre os rolezinhos e como eles ressignificam os lugares nos quais acontecem. Hoje, falaremos um pouco mais sobre os flash mobs (que foram citados no último post).

De acordo com o nosso tema da semana que é Tecnologias Moveis e mobilidade, vamos falar sobre um evento que virou moda, o Flash Mob. Você sabe o que significa? Já ouviu falar? Ou já participou de algum?
Para começo de conversa, você sabe o que é Tecnologia Móvel? É toda tecnologia que permite ao usuário conexão enquanto se movimenta, ela é uma revolução que está modificando a vida das pessoas. o seu cotidiano e a cada dia se torna mais necessária, como opção para facilitar tarefas particulares, mas também uma oportunidade de melhora na gestão de negócios, podendo integrar dispositivos móveis com sistemas de gestão e e-bussiness.

Flash mob. Essa palavra já caiu na boca do povo, o termo é a abreviação de “flash mobilization” em inglês, que significa mobilização relâmpago. O nome já diz praticamente tudo, funciona assim: pela internet, um grupo de pessoas marca uma aglomeração instantânea em um espaço público. Lá, eles fazem uma ação combinada, geralmente uma coreografia, e depois se dispersam de preferência também de forma rápida. No mundo inteiro, flash mobs vem ganhando cada vez mais aspectos políticos e não apenas para mudar a rotina ou modificar o meio urbano.

Fonte: GC Marketing Services.

Fonte: GC Marketing Services.

 

Segundo a Wikipédia, o primeiro mob de que se tem notícia foi organizado por um jornalista chamado Bill Wasik na ilha de Manhattan (leia mais), através de um e-mail enviado a cerca de 50 pessoas. O endereço era themobproject@yahoo.com.br. A idéia era que os convidados se encontrassem em frente à loja Claire’s Acessories e fizessem alguma coisa espontânea, porém a dona da loja foi avisada com antecedência e chamou a polícia, então o evento não aconteceu.

O segundo mob também foi organizado por Wasik, em 2003, mas para evitar o cancelamento ele distribuiu flyers pedindo que as pessoas se encontrassem em lugares próximo à loja Marcy’s (onde o evento aconteceu) para receber as últimas instruções. Daí cerca de 100 pessoas se reunião em torno de um tapete luxuoso da loja no que elas denominavam “tapete do amor”.

 

Flash Mob das almofadas em Salvador. Fonte: Intermídias.

Flash Mob das almofadas em Salvador. Fonte: Intermídias.

A popularização do movimento deu-se principalmente pelo sucesso da Internet, pois as pessoas gostaram de flash mob por ter um componente online, permitindo-as verem as comunidades virtuais manifestarem-se fisicamente e literalmente além disso a mídia ajudou a espalhar o flash mob, através imprensa taxando-o como movimento.

A rua é o local onde se cria um mundo prático e sensível a partir de gestos repetitivos. Há brechas no cotidiano que abrem espaço para o criativo e para o virtual. A rua não é somente lugar do cotidiano irredutível, mas também aquele em que se formulam problemas, portanto, o lugar da ação. Nesse contexto, pode-se, através da rua, apreender o imprevisto, a improvisação, o espontâneo. Isso significa pensar o espaço urbano enquanto evento. Aqui a rua representa a cotidianidade na nossa vida social, o lugar de passagem, de interferências, de circulação e de comunicação, ela torna-se, por uma surpreendente transformação, o reflexo das coisas que ela liga. Ela torna-se o microscópio da vida moderna. Aquilo que se esconde, ela arranca da obscuridade.

 

Flash Mob gospel em São Paulo. Fonte: O Diário.

Flash Mob gospel em São Paulo. Fonte: O Diário.

Veja bem, alguns mobs são famosos e recorrentes no mundo inteiro como o Pillow Fight (mob dos travesseiros) e o sabway party (mob do metrô). O record de pessoas em um flash mob aconteceu em Chicago, quando o grupo Black Eyed Peas reuniu 21 mil “convidados” para celebrar a 24º temporada do programa de Oprah Winfrey na tv. Veja o vídeo abaixo.

Flash Mob de dança do ventre em Sergipe. Fonte: Senotícias.

Flash Mob de dança do ventre em Sergipe. Fonte: Senotícias.

Alguns flash mobs são bem interessantes, veja abaixo alguns dos nossos achados na rede:

Esse aqui aconteceu no Shopping Iguatemi em Salvador.

E esse em Coimbra.

 

Participantes do flash mob organizado pelo coreógrafo Fly. Fonte: dancecomfly.

Participantes do flash mob organizado pelo coreógrafo Fly. Fonte: dancecomfly.

Por hoje é só isso, até a próxima.

Rolezinhos: a mobilidade social

Ei, pessoas! Já falamos aqui que a moda é constituída de um monte de coisas ressignificadas e que tudo depende do uso que se faz dela. A geografia tem alguns conceitos que combinam com este assunto, por exemplo, o de espaço. Segundo GOMES (2002 p172) “o espaço compõe-se pela dialética entre a disposição das coisas e as ações ou práticas sociais”. Para Milton Santos, ele é um conjunto indissociável de sistema de objetos e sistema de ações, formas existentes a partir dos usos e significados a elas atribuído.

Algo que virou moda há algum tempo foram os rolezinhos, fenômeno que deriva da utilização da rede social Facebook. Segundo a Enciclopédia online Wikipedia,  “Rolezinho (diminutivo de rolê ou rolé, em linguagem informal brasileira, significa “fazer um pequeno passeio” ou “dar uma volta”) é um neologismo para definir um tipo de flash mob ou coordenação de encontros simultâneos de centenas de pessoas em locais como praças, parques públicos e shopping centers. Os encontros são marcados pela internet, quase sempre por meio de redes sociais como o Facebook.” Veja, rolezinho é um ótimo exemplo de personificação do lugar. Você vai ao shopping, sobretudo, para dizer que foi. Você territorializa, minimamente, aquele espaço com signos individuais e símbolos mediatizados.

 

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Fonte: Site Uol

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Fonte: Site Meio Norte

Para marcar um Rolezinho, é utilizada a ferramenta “eventos” do Facebook. Alguém cria o evento, convida as pessoas e marca o ponto de encontro no shopping e o horário. As pessoas que confirmam geralmente se esperam no local determinado e quando começa a se formar um grupo com um número significativo de pessoas, eles começam a passear pelos corredores. Geralmente são adolescentes, moram em bairros periféricos e gostam de postar, simultaneamente, fotos de selfies nas redes sociais.

 

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Fonte: Site Datasafe

rolezinho-no-mauá-plaza-shopping-renato-mendes-futura-pressFonte: Blog Radar On-line

 Assista a essa charge super divertida, criada por Maurício Ricardo sobre um diálogo de Dilma, um interprete e um dos líderes dos Rolezinhos.

http://charges.uol.com.br/2014/01/21/cotidiano-pra-entender-o-movimento/

E não podíamos deixar de comentar o look que as Rolezeiras escolher para “colar” nesses encontros! “Short, tomara-que-caia e melissa”, diz uma delas nessa reportagem, publicada no dia 20 de janeiro desse ano, para a Uol Notícias. Elas querem “zoar”, paquerar e “arranjar alguém bonito” e para isso elas procuram estar na moda e sensualizar. Segundo outra Rolezeira, o “Gato do rolé” tem usar uma bermuda branca, um Nike Shoks, uma camisa da Hollister e um boné.

http://http://tvuol.uol.com.br/video/voce-conhece-as-rolezeiras-descubra-quem-sao-e-o-que-pensam-essas-meninas-04024E9B3162CCC14326/

Infelizmente existem jovens de má fé que se aproveitam desses encontros para roubar e tumultuar. Quem sofre com isso, não são somente os seguranças e os outros frequentadores, mas a outra porção de adolescentes que querem apenas se conhecer e sair das redes sociais nas tardes do final de semana!

Provavelmente a decisão de marcar em shopping é pensando nas vantagens que esses locais oferecem: são climatizados, há praças de alimentação e internet wifi. O que tem de errado? Que venham mais Rolezinhos, que os jovens saiam para se conhecer e paquerar, não há nada de mais saudável.

Influências Públicas Midiáticas

E aí, tudo bem?

O tema do COM104 da semana é bem interessante para nós cidadãos, internautas e comunicadores: Internet e Política!

Dentre os variados assuntos tratados, abordaremos aqui a questão da esfera e opinião pública, seu vínculo com as mídias massivas e a Moda.

Conceituando, esfera pública é a dimensão na qual os assuntos públicos são discutidos e que culmina na formação da opinião pública (opinião geral dos cidadãos em relação a qualquer tema ou questão). A opinião pública muitas vezes é revelada através de iniciativas privadas ou por meios de comunicação. Em várias ocasiões os órgãos que expressam a opinião pública se transformaram em órgãos que exercem manipulação através de propaganda, de governos ou empresas. (Site Significados). As redes sociais podem ser consideradas como esferas públicas (já que podemos opinar e falar sobre qualquer assunto de nosso interesse), mas ainda é um lugar restrito, já que muitos ainda não possuem pleno acesso à internet.

DiscussãoFonte: Revista ContemporARTES

 

O site DHnet – Direitos Humanos diz que a internet é um canal para informações que, historicamente, não figura nos meios de comunicação e massa. Traz, ainda, uma oportunidade para que as pessoas possam compartilhar impressões e dados de qualidades diferentes sobre os grandes eventos do mundo, os quais não são contemplados pelo padrão de notícia dos veículos tradicionais. O site ainda fala que na internet, “observa-se, ainda, uma transposição para a rede da informalidade das conversas e do cotidiano, no surgimento e desenvolvimento de comunidades virtuais. Pode-se dizer que a internet é uma organização e materialização comunicativa da esfera pública, como teorizada por exemplo por Jürgen Habermas.”.

A internet e, principalmente, as mídias massivas (jornais, televisão, rádio, cinema) são as principais fontes de informações para nós e acabam influenciando muito na opinião pública. Ideias, pensamentos, bordões, gostos, hábitos e até jeitos pessoais como forma de falar de artistas, jornalistas são absorvidos e colocados em prática por algumas pessoas. As novelas são fortes exemplos destas influências, principalmente quando o assunto é o nosso: Moda! 

 

Family Watching TV Together

Fonte: Cultura Mix

 

opinião publica

Fonte: Blog Zelmar Guiotto

 

O estilo de atrizes e atores são bastante copiados por grande parte da sociedade e uma possível explicação para isso pode ser pelo fato de se achar que o que está nas telinhas está na moda. A ideia de estar atualizado, de ser moderno e seguir tendências são questões muito presentes na vida de uma sociedade capitalista, estando o capitalismo fortemente presente nos meios massivos de comunicação (somos bombardeados diariamente com propaganda e publicidade) e, consequentemente, também influenciando a opinião pública.

A novela O Clone (2001) é um bom exemplo disto tudo! Ela influenciou em nosso país opiniões não só no âmbito da moda árabe, a exemplo de bolsas, véus, jóias, lençóis e vestidos, como também influenciou em questões sociais com o tema da dependência química vivida por alguns personagens e a importância de se tratar deste problema! Legal né?

 

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Fonte: Blog My Fashion World

 

Agora então uma reflexão para você: Já percebeu se a mídia, a opinião pública e tudo o que isso envolve já te influenciaram alguma vez? Ainda te influenciam? Em que exatamente? Fica a dica hein? 😉

 

Até a próxima!

Interatividade, você sabe o que é isso afinal?

Olá, pessoal!!

Tudo bem? No tema dessa semana foi debatido sobre a Arte Tecnológica, entre vários pontos importantes destacados em aula, resolvemos falar sobre a interatividade que ela nos proporcionam. Mais afinal, você sabe o que é interatividade?

Fonte: Mazinhaesuasdescobertas. Apesar da figura ser bastante sugestiva, interatividade não se manifesta apenas em conexões online.

Fonte: Mazinhaesuasdescobertas. Apesar da figura ser bastante sugestiva, interatividade não está presente apenas em conexões online.

Segundo o Dicionário Informal, Interatividade é a ação de influência mútua entre pessoas e/ou grupo de pessoas (onde cada um pode torna-se estímulo um do outro) a partir da relação de cooperação e colaboração e/ou um determinado objeto de estudo (que se apresenta como estímulo) que pode ocorrer de maneira direta ou indireta. Pensando nessa perspectiva, relacionamos com o Designer de Moda, um profissional completamente interativo de forma direta ou indireta da criação do projeto de moda. Para quem não sabe o Designer de Moda atua de maneira crítica, criativa e inovadora no projeto e desenvolvimento de produtos do vestuário que atendam às demandas de mercado e tenham como diferencial a adoção do design no desenvolvimento do projeto.

E olha só que exemplo bacana da interação entre moda, arte e tecnologia: camisetas interativas.

Tentando definir melhor o que realmente é o design de moda, partimos da ideia de que a moda é a arte de criar e comercializar peças de vestuário e acessórios seguindo estilos e tendências. O profissional de moda desenha roupas e produtos, como joias, cintos e calçados, e define estilos e modelagens. Analisa tendências de comportamento para desenvolver coleções adaptadas ao gosto do público-alvo e promove a comercialização dos artigos. Responsabiliza-se pela aquisição de matérias-primas e desenha estampas nas indústrias têxteis ou modelos nas confecções. Como gestor, pode pesquisar o mercado consumidor, estabelecer estratégias de marketing para campanhas de lançamento de produtos e cuidar da promoção de vendas. Está habilitado também a trabalhar no departamento de compras de grandes magazines. Pode, ainda, prestar assessoria de moda para pessoas ou para grandes lojas. Neste caso, o profissional define a disposição dos produtos nas vitrines e escolhe as coleções a ser compradas.

Existe algo mais interativo que depende das artes tecnológicas do que o Designer de Moda?

Diz aí!

A moda inspirada na Arte Tecnológica

Nicolas Schöffer é o pai da arte tecnológica, a arte cibernética. Seu trabalho é considerado um divisor de águas na história da arte por criar esculturas e obras-robôs que interagiam diretamente com pessoas e ambientes. “Seu trabalho sempre recorreu ao uso das tecnologias de ponta que culminaram em obras inéditas, tornando-o pioneiro na arte do espaço, da luz e do tempo, da arte cibernética interativa e da videoarte”, explica Eléonore Schöffer, curadora da mostra que aconteceu de 3 de agosto e 30 de setembro de 2012 no Museu de Imagem e Som.

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Fonte

A moda se inspira em arte tecnológica há muito tempo, pois contribui com o aprimoramento da parte técnica dos cortes e tecidos. Os cortes, feitos a laser há um bom tempinho, desenham hoje verdadeiros bordados nos tecidos mais sofisticados. Cada vez mais incríveis, os tecidos não amassam, brilham, resistem à água e à muitas lavagens e tem um toque acetinado ou plastificado.

  Gareth Pugh

O estilista britânico começou sua carreira aos 14 anos criando figurinos para o Teatro Nacional Francês. Daí vem a influência do seu trabalho que se destaca pela vertente futurista e pela teatralidade. Pugh teve o talento reconhecido com o prêmio de Melhor Novo Designer no British Fashion Council. Celebridades como Kylie Minogue, Beyoncé e Lady Gaga usam suas criações. Atualmente, vive e trabalha em Paris.

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Fonte

Arte tecnológica, tecidos modernos, teatro e uma pitada de bom gosto, são os ingredientes para criar os produtos desse artista da área que mais gostamos: moda 😉

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Fonte

E esse é um modelito confeccionado pelo Gareth, exclusivamente para a Mother Monster Lady Gaga.

 

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Fonte

E aproveitando o embalo do final de semana, vai um link pra esquentar pra balada inspirado na cliente do artista.  Have a nice weekend!